Olorun!Méstre dos Méstres do mistério Sagrado do Céu! Divindade Suprema. Derrame suas Bênçãos sobre todos que aqui adentrarem em busca de Amor,Caridade,Fé,Esperança e Estudo da Magia sagrada do Axé! Este blog é dedicado aos meus familiares ,Amigos e Seguidores do Culto aos Orixá (Dévas da Natureza)Motumbá!!!!
Bem Vindos ao meu cantinho Sagrado!
SOU D'OXUM OPARÁ!!! Opará - Xangô e Obá A união de Xangô e Obá Transcorre um culto nos arredores da cidade, é eleko. Uma sociedade restrita, onde apenas mulheres realizam o culto. Que possue como matriarca a temida Obá, a fundadora desta sociedade que cultua a ancestralidade feminina individual. Nem um homem poderia sequer assistir o ritual do segredo, sendo punido por Obá com sua própria vida. Certo dia, em uma das noites de culto, Xangô caminhava alegremente e dançava ao som do batá. Quando percebe, ao longe um aglomerado de mulheres, realizando uma cerimônia sob as ordens da enérgica Obá. Xangô era muito curioso e não se conteve aproximando-se da cena, ficando a espreita. Xangô encantou-se com a rara beleza de Obá, que apesar de não ser tão jovem era a mais bela mulher que ele já vira. No momento de distração, Xangô foi percebido e cercado pelas mulheres, foi levado a presença da grande deusa, que lhe falou o preço que haveria de pagar por sua audácia em violar o culto sagrado de Elekó. Mas a própria Obá que encantou-se com a inigualável beleza de Xangõ apaixonando-se de imediato, relutou em aplicar a sentença de morte e usou de sua supremacia no culto para ditar nova regras, dando nova chance a Xangô: "Todo homem, que violar o culto, se for do agrado, da senhora do culto, deverá unir-se a ela como marido ou aceitar a pena de morte" Xangô não pensou duas vezes, seria poupado da sentença e ainda sim possuiria a grande deusa por quem havia se apaixonado. A cerimônia de união de Xangô e Obá foi realizada dentro dos limites de Elekó. Foi o inicio de uma grande paixão, nunca se viu tanto amor. A deusa guerreira e justiceira que pune os homens que maltratam as mulheres, descobriu um sentimento novo por um homem além do ódio. Descobriu todo o amor que um homem pode dar. A grande rainha de Elekó, a rainha de Xangô aprendeu a amar e ser amada. Nasce, dessa grande paixão, uma criança, uma menina, nasce Opará, nasce a mais bela, justiceira e feroz guerreira. Herdou o melhor do pai e da mãe e prosseguiu com o culto.
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
sexta-feira, 1 de abril de 2011
2011 Sob o Governo das Iabás !!!!
Iemanjá
Salve o Povo Nagô !!!
CONHECIMENTOS SOBRE A NAÇÃO NAGÔ
Os mais conhecidos desses são! aderentes do Candomblé, são: o Pilão de Oxalá (moço) em que predomina o milho branco (ebô), e o olubajé de Omolu-Obaluaê, em que o elemento principal, é a pipoca.
O Caruru de Cosme e Damião, embora somente para crianças, se enquadra nesta categoria.
Os dias da semana são distribuídos, de acordo com a tradição Nagô, pelos vários Orixás, obtendo-se o seguinte quadro:
DIA DA SEMANA E ORIXÁS CORRESPONDENTES:
Segunda-feira - Exu e Omolu
Terça-feira - Nanã e Oxumarê
Quarta-feira - Xangô e Iansã
Quinta-feira - Oxóssi e Ogum
Sexta-feira - Oxalá
Sábado - Iemanjá e Oxum
Na tradição Nagô é esta a lógica da combinação dos Orixás.
O Domingo se dedica coletivamente à todos os Orixás.
Os candomblés Nagôs são comunidades fechadas, no sentido de que não obedecem a qualquer governo comum, nem à regras comuns.
A autoridade espiritual e moral, emana direta e exclusivamente do Pai ou da Mãe de Santo, que só reconhece, acima da sua própria autoridade, a dos Orixás. Esta autoridade absoluta em toda força do termo, o Chefe (Pai ou Mãe) a divide com as demais pessoas que lá freqüentam, em linhas muito nítidas de hierarquia, que beneficiam especialmente os velhos e as mulheres.
A Mãe (ou o Pai) escolhe, entre as filhas, suas auxiliares na administração - uma série de iás (futuras mães-pequenas), que se encarregam de certos serviços parciais, mas de importância.
Uma dessas auxiliares é a iá-morô, adjunta da Mãe, que a acompanha em todos os serviços religiosos; duas outras são a Dagã e a Sidagã, a primeira mais velha do que a segunda, encarregadas do Padê de Exu; outra ainda é a Iá Basse, que cozinha para os Orixás; e finalmente a Iá Tebexê, que tem a iniciativa dos cânticos nas festas e giras. É claro que, se essas auxiliares falharem nas usas obrigações, o ritual perderá com isto.
Quanto ao poder espiritual, tomemos por paradigma um ritual Nagô, que nos oferece o seguinte quadro:
MULHERES - Ialaxé
HOMENS - Pegi-gã
MULHERES - Mãe-pequena (Iá-quererê)
HOMENS - Axogum
HOMENS - Ogãs
HOMENS - Alabê
HOMENS - Tocadores de Atabaque
MULHERES - Filha de Santo
HOMENS - Filho de Santo
MULHERES - Ebomim
MULHERES - Iaô
MULHERES -Equede
MULHERES - Abiãs
O Pegi-gâ (dono do altar) e a Ialaxê (zeladora do Axé) são personagens importantíssimas, mas sem funções reais, pessoais, dentro do ritual. Os seus títulos são uma distinção especial, mas os deveres resultantes dos seus cargos são delegados à filhas da sua imediata confiança. Teoricamente responsáveis, perante a Mãe, pelo altar e pelos Axés, o Pegi-gã e a Ialaxê dão idéias e sugerem modificações para mantê-los à altura das tradições da Casa.
Substituta imediata da Mãe, a mãe-pequena (Iá-quererê em nagô) lhe está imediatamente abaixo na escala da hierarquia, como administradora civil e religiosa do Ritual; é sempre a filha mais velha na feitura do santo, lugar-tenente da Mãe (ou do Pai), a mãe-pequena está em contato mais direto com os filhos, pois a Mãe apenas fiscaliza, aconselha e dirige o ritual, enquanto a mãe-pequena, executante, acompanha atentamente a marcha das cerimônias. Também a mãe-pequena é chamada de mãe pelos filhos que lhe tomam benção e lhe fazem a mesma reverência devida à Mãe (o Pai).
O Axogum, o sacrificador de animais (o Mão-de-faca), só eventualmente exerce as suas funções, quando necessário a matança, para cerimônias religiosas.
O Axogum e o Pegi-gã são escolhidos entre os Ogãs da casa, em geral os mais constantes no auxiliar do ritual, ou os mais dedicados aos Orixás.
Os Ogãs são protetores do ritual, com a função especial e exterior à religião de lhe emprestar prestígio e angariar recursos financeiros para as cerimônias sagradas. A maior parte das vezes o próprio Orixá escolhe o Ogã entregando-lhe as suas insígnias, no nosso caso, o Machado de Xangô.
Abaixo das filhas, há ainda a Equede, a qual fez voto de servidão à este ou aquele Orixá.
Em último lugar, ficam as Abiãs. Estas não pertencem ainda, realmente, ao ritual. Estão num estágio anterior a iniciação.
domingo, 27 de março de 2011
sábado, 26 de março de 2011
Homenagem a Guadiã Maria Padilha!!!

quinta-feira, 24 de março de 2011
Sou Umbanda!!!!
quarta-feira, 23 de março de 2011
Prece aos Orixás!!!
Que a irreverência e o desprendimento de Exú me animem a não encarar as coisas da forma como elas parecem à primeira vista e sim que eu aprenda que tudo na vida, por pior que seja, terá sempre o seu lado bom e proveitoso!
Laro Yê, Exu!
Que a tenacidade de Ogum me inspire a viver com determinação, sem que eu me intimide com pedras, espinhos e trevas. Sua espada e sua lança desobstruam meu caminho e seu escudo me defenda.
Pata Ko Ori, Ogum!
Que o labor de Oxossi me estimule a conquistar sucesso e fartura às custas de meu próprio esforço. Suas flechas caiam à minha frente, às minhas costas, à minha direita e à minha esquerda, cercando-me para que nenhum mal me atinja.
Okê Arô, Okê Ode!
Que as folhas de Ossanhe forneçam o bálsamo revitalizante que restaure minhas energias, mantendo minha mente sã e corpo são.
Ewe, Ossanhe.
Que Oxum me dê a serenidade para agir de forma consciente e equilibrada. Tal como suas águas doces – que seguem desbravadoras no curso de um rio, entrecortando pedras e se precipitando numa cachoeira, sem parar nem ter como voltar atrás, apenas seguindo para encontrar o mar – assim seja que eu possa lutar por um objetivo sem arrependimentos.
Ora YeYê ô, Oxum!
Que o arco-íris de Oxumaré transporte para o infinito minhas orações, sonhos e anseios, e que me traga as respostas divinas, de acordo com meu merecimento.
Aro bo bo, Oxumaré!
Que os raios de Yansã alumiem meu caminho e o turbilhão de seus ventos leve para longe aqueles que de mim se aproximam com o intuito de se aproveitarem de minhas fraquezas.
Êpa Hey, Oyá!
Que as pedreiras de Xangô sejam a consolidação da Lei Divina em meu coração. Seu machado pese sobre minha cabeça agindo na consciência e sua balança me incuta o bom senso.
Kaô Kabiecilê, Xangô!
Que as ondas de Yemanjá me descarreguem, levando para as profundezas do mar sagrado as aflições do dia-a-dia, dando-me a oportunidade de sepultar definitivamente aquilo que me causa dor e que seu seio materno me acolha e me console.
Odoyá Yemanjá!
Que as cabaças de Obaluayê tragam não só a cura de minhas mazelas corporais, como também ajudem meu espírito a se despojar das vicissitudes.
A tô tô, Obaluayê!
Que a sabedoria de Nanã me dê uma outra perspectiva de vida, mostrando que cada nova existência que tenho, seja aqui na Terra ou em outros mundos, gera a bagagem que me dá meios para atingir a evolução, e não uma forma de punição sem fim como julgam os insensatos.
Saluba, Nanã!
Que a vitalidade dos Ibeijis me estimule a enfrentar os dissabores como aprendizado; que eu não perca a pureza mesmo que, ao meu redor, a tentação me envolva. Que a inocência não signifique fraqueza, mas sim refinamento moral!
Oni Ibejada!
Que a paz de Oxalá renove minhas esperanças de que, depois de erros e acertos; tristezas e alegrias; derrotas e vitórias; chegarei ao meu objetivo mais nobre; aos pés de Zambi maior!
Êpa Babá, Oxalá.
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Magia!!
Magia é ver o destino nos Astros, nos Oráculos e principalmente nos Olhos pois são o verdadeiro espelho de nossa Alma, Magia é cuidar bem do Corpo, Mente e Espirito.
É montar um ritual para Celebrar a vida! Ter a sensibilidade de estudar e entender o Oculto, harmonizar-se com os Anjos, Orixás (Dévas da natureza)Fadas e Bruxas do bem.
É ser gente das Estrelas amando e respeitando a Terra.
Magia é a coragem de ser pioneiro! Sonhar e trabalhar a Utopia da nova Éra, é descobrir que Deus esta para alem do sexo masculino ou feminino, ele é o Ar que respiramos,a Agua que nos sacia a Sede, a Terra que nos dá sustentação e equilibrio, o Fogo que impulsiona a Fé que Nutre Corpo, Mente e Espirito.
Yalorixá Katia D'Oxum.