Bem Vindos ao meu cantinho Sagrado!

Bem Vindos ao meu cantinho Sagrado!
SOU D'OXUM OPARÁ!!! Opará - Xangô e Obá A união de Xangô e Obá Transcorre um culto nos arredores da cidade, é eleko. Uma sociedade restrita, onde apenas mulheres realizam o culto. Que possue como matriarca a temida Obá, a fundadora desta sociedade que cultua a ancestralidade feminina individual. Nem um homem poderia sequer assistir o ritual do segredo, sendo punido por Obá com sua própria vida. Certo dia, em uma das noites de culto, Xangô caminhava alegremente e dançava ao som do batá. Quando percebe, ao longe um aglomerado de mulheres, realizando uma cerimônia sob as ordens da enérgica Obá. Xangô era muito curioso e não se conteve aproximando-se da cena, ficando a espreita. Xangô encantou-se com a rara beleza de Obá, que apesar de não ser tão jovem era a mais bela mulher que ele já vira. No momento de distração, Xangô foi percebido e cercado pelas mulheres, foi levado a presença da grande deusa, que lhe falou o preço que haveria de pagar por sua audácia em violar o culto sagrado de Elekó. Mas a própria Obá que encantou-se com a inigualável beleza de Xangõ apaixonando-se de imediato, relutou em aplicar a sentença de morte e usou de sua supremacia no culto para ditar nova regras, dando nova chance a Xangô: "Todo homem, que violar o culto, se for do agrado, da senhora do culto, deverá unir-se a ela como marido ou aceitar a pena de morte" Xangô não pensou duas vezes, seria poupado da sentença e ainda sim possuiria a grande deusa por quem havia se apaixonado. A cerimônia de união de Xangô e Obá foi realizada dentro dos limites de Elekó. Foi o inicio de uma grande paixão, nunca se viu tanto amor. A deusa guerreira e justiceira que pune os homens que maltratam as mulheres, descobriu um sentimento novo por um homem além do ódio. Descobriu todo o amor que um homem pode dar. A grande rainha de Elekó, a rainha de Xangô aprendeu a amar e ser amada. Nasce, dessa grande paixão, uma criança, uma menina, nasce Opará, nasce a mais bela, justiceira e feroz guerreira. Herdou o melhor do pai e da mãe e prosseguiu com o culto.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Umbanda ,Elementos, Oferendas e pontos de forças!!



FÉ- OXALÁ (MASCULINO), LOGUNÃ (FEMININO)
AMOR- OXUM (FEMININO), OXUMARÉ (MASCULINO)
CONHECIMENTO- OXÓSSI (MASCULINO), OBÁ (FEMININO)
JUSTIÇA- XANGÔ - (MASCULINO), EGUNITÁ (FEMININO)
LEI- OGUM -  (MASCULINO),  IANSÃ (FEMININO)
EVOLUÇÃO - OBALUAIYÊ (MASCULINO), NANÃ BURUQUÊ (FEMININO)
GERAÇÃO - IEMANJÁ (FEMININO), OMULU (MASCULINO

ELEMENTOS E CORES:
OXALÁ - CRISTALINO- BRANCO
LOGUNÃ- TEMPO- AZUL ESCURO
OXUM - MINERAL- ROSA
OXUMARÉ - AQUÁTICO-CRISTALINO- AZUL CLARO
OXÓSSI - VEGETAL- VERDE
OBÁ - VEGETAL-TELÚRICO- MAGENTA
XANGÔ - ÍGNEO (FOGO)- VERMELHO
EGUNITÁ - ÍGNEO (FOGO)- LARANJA
OGUM - EÓLICO (AR)- VERMELHO/AZUL ESCURO
IANSÃ - EÓLICO (AR)- AMARELO/VERMELHO
OBALUAIYÊ - TERRA-ÁGUA- VIOLETA
NANÃ BURUQUÊ - ÁGUA-TERRA- LILÁS
IEMANJÁ - AQUÁTICO- AZUL CLARO
OMULU - TERRA-ÁGUA- ROXO
PONTOS DE FORÇA DOS ORIXÁS:
- Cada Orixá, como Regente ou Guardião de um estado na Criação, tem no plano material, locais específicos, chamados PONTOS DE FORÇA, onde seus mistérios divinos fluem com naturalidade, através de Vórtices Especiais, que ligam este plano, às suas REALIDADES DIVINAS.Estes Pontos de Força podem ser tanto utilizados pelos Umbandistas para consagrações de seus médiuns nos Orixás (AMACI) como para oferenda-los (EBÓS).
OFERENDAS:
- As oferendas são em sí mesmas Mistérios na Criação, e não podem ser confundidas com o que antigamente se chamava de "comida de santo".
Orixás, como Divindades, não comem, fumam ou bebem. Os elementos depositados em uma oferenda, são na verdade, elos de ligação que fazemos quando oferecemos ao Orixá, pedindo algo para nós ou nossos semelhantes. Eles se utilizam desses elementos para agir diretamente sobre nós no plano material.Cada Orixá possue elementos próprios (como demonstrado acima), portanto, para suas oferendas, devemos construi-la baseado nas suas afinidades, como exemplo:

PONTOS DE FORÇA:
Campos Abertos: Ogum, Oxalá, Logunã.
Caminhos: Ogum, Iansã.
Florestas: Oxóssi, Obá.
A beira do mar: Iemanjá, Omulu, Ogum.
Cemitérios: Omulu, Obaluayê, Nanã Buruquê, Iansã.
Na beira de lagos, lagoas: Nanã Buruquê, Oxum.
Na beira de rios, cachoeiras e corredeiras: Oxum, Iansã, Oxumaré.
Nas pedreiras: Xangô, Egunitá.

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